Uma prova caracterizada pela ausência de percursos planos, com muitos trechos “Rolling Hills” (famoso sobe-desce) e serras bem roladas. Assim é o Grampér – Circuito das Águas. Diante disto, você pode se perguntar: que tipo de bike eu uso?

Vamos usar o exemplo da nossa parceira TREK, que possui dois modelos interessantes e distintos de bikes.

A Emonda é uma máquina das montanhas, extremamente leve e ágil nas subidas. Com um conforto fora de série, possui ótimas características para uma prova de montanhas.

Já a Madone é a sonhada máquina que todo passista ou sprinter quer ter nas mãos. Rígida e rápida, consegue ainda ser confortável em função do ISO speed, tecnologia que funciona quase como um amortecedor.

Não existe uma bike certa para a prova, ciclismo não é receita de bolo. O que pode ser interessante para você pode não ser para outras pessoas, o que se deve levar em conta é seu objetivo na prova e sua estratégia. “Faço a fuga nas subidas ou prefiro manter um passo constante?”.

A bike até pode fazer a diferença. Vivemos a era dos ganhos marginais no ciclismo, mas esse é um nível em que os “pro tour” participam. Nós, pobres mortais, devemos subir no selim, tomar aquele chá de banco e treinar pra poder nos divertirmos bastante na prova e superar nossos desafios pessoais.

Falta pouco para o Grampér – Circuito das Águas! Inscreva-se aqui!

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