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Aconteceu no Ciclismo

Pedro Delgado e o Tour de 1989

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Tour de France de 1989. Prólogo Contra Relógio de 8km. Pedro Delgado, campeão do Tour em 1988, largou em último. Mas durante o aquecimento, perdeu a hora de alinhar na rampa e jogou fora quase três minutos.

Lembro de vê-lo na TV correndo com a bicicleta, subindo a escada, passando direto pelo comissário e se jogando rampa abaixo.

O vencedor do prólogo foi o holandês Erik Breuking, seguido por Sean Kelly.

Greg Lemond (centro) conquistou o Tour de France de 89 e Laurent Fignon (direita) ficou em segundo.

Greg Lemond (centro), Laurent Fignon (direita) e Pedro Delgado (esquerda)

Delgado terminou o prólogo na última colocação, sendo o único campeão do Tour a largar na primeira etapa no último lugar do pelotão.

Mesmo assim, Pedro Delgado (esquerda) conseguiu terminar o Tour de 1989 em terceiro lugar.

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O ciclismo ‘sem glamour’ dos gregários

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“Carregadores de piano”, o ciclismo dos gregários. O ciclismo duro e sofrido dos “sem glamour”.

Um deles é o francês Dominique Arnaud, à esquerda de Bernard Hinault. Arnaud trabalhou em três títulos para três grandes campeões do Tour de France.

Bernard Hinault e Dominique Arnaud

Em 1985, ajudou muito no pentacampeonato de Bernard Hinault. Três anos depois, foi a vez de ajudar a construir o título de Pedro Delgado. Em 1991, ele foi o escudeiro de Miguel Induarin.

Dominique Arnaud participou de 11 edições do Tour de France. A melhor colocação foi um 22° lugar, em 1985.

Não parece muito para nós, “leigos” nos trabalhos que o mandaram fazer, mas para seus companheiros, Arnaud foi um carregador de piano indispensável.

As histórias que lemos nas manchetes também são escritas por gregários desconhecidos. O ciclismo duro sem glamour.

Por Mauricio Motta

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A Bélgica está pronta para o TOUR.

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Em 2019, a camisa amarela completa 100 anos e o Tour de France homenageia seu centenário. A camisa mais famosa do ciclismo mundial terá 20 designs diferentes e únicos, um para cada etapa e homenageando um grande campeão do Tour por etapa.

Além disso, Bruxelas, na Bélgica, está pronta para homenagear os cinquenta anos da primeira vitória do seu ciclista mais ilustre, Eddy Merckx.

A largada do prólogo será em sua terra natal, próximo ao pequeno comércio dos pais de Merckx, e passará pelas estradas onde Merckx deu seus primeiros treinos enquanto adolescente.

Uma homenagem mais do que justa, tanto para os cem anos da camisa mais famosa do ciclismo, quanto para os cinquenta anos da primeira vitória do maior ciclista de todos os tempos.

Parabéns ao “Canibal”, parabéns à Bélgica, parabéns à França, parabéns ao ciclismo e VIVE LÊ TOUR.

Foto: Divulgação Tour de France

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A edição do próximo ano acontecerá nos dias 6 e 7 de junho. Inscreva-se aqui!

Que venha o Giro d’Italia 2019

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Em 1909, nasce uma das principais competições do ciclismo mundial, o Giro d’Italia. Uma das três grandes voltas da UCI, o Giro surgiu da rivalidade de dois jornais italianos, Gazzetta dello Sport e o Corriere della Sera, que realizava o Giro d’Italia de automóveis. A Gazzetta já tinha organizado o Giro di Lombardia em 1905 e a Milão-SanRemo em 1907.

O Giro logo se tornou um grande concorrente do Tour de France e também uma competição muito querida na Itália. A “maglia” rosa se tornou o símbolo de poder e glamour.

Nos primeiros anos, os italianos dominaram suas estradas. Gino Bartali e Fausto Coppi travaram as mais duras e disputadas batalhas, mas os franceses desafiaram o domínio italiano. O principal deles foi Jacques Anquetil.

Mais tarde houve uma era chamada “era Merckx”. Em sete anos (1968 a 1974), Eddy Merckx conquistou cinco títulos, entrando no seleto grupo de maiores campeões do Giro, junto com os italianos Alfredo Binda e Fausto Coppi.

O também italiano Mário Chipollini detém o maior número de vitórias de etapas da competição, com um total de 41.

O Giro ficou marcado por batalhas históricas entre Coppi/Bartali, Saronni/Francesco Moser e Induarin/Marco Pantani.

No próximo dia 11 de maio, se inicia do Giro D’ITALIA 2019. Serão novas batalhas e novas histórias.

Que venha o Giro 2019.

Por Mauricio Motta

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Vai começar a Paris Roubaix, a temida ‘Inferno do Norte’

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Estamos na semana da rainha das clássicas, a Paris Roubaix, também conhecida como “Inferno do Norte”. A edição de 2019 será a 117ª da história.

Este ano teremos muitos favoritos, dentre eles os especialistas em Cross Country. Porém, todos eles estão longe de chegar perto da incrível e quase impossível marca de quatro títulos da prova.

Nem mesmo o belga Eddy Merckx, o maior ciclista de todos os tempos, foi capaz de alcançar tal feito.

Até o momento, apenas dois atletas conseguiram conquistar a “Rainha das Clássicas” quatro vezes. Roger de Vlaemink foi campeão nos anos 1972, 1974, 1975 e 1977. Já Tom Boonen subiu no lugar mais alto do pódio em 2005, 2008, 2009 e 2012. Coincidentemente, os dois também são belgas.

A Inferno do Norte tem 260 km de distância, sendo que pouco mais de 70 km são percorridos sobre os paralelepípedos.

A prova termina dentro do velódromo da cidade de Roubaix.

Lá, o vencedor escreve seu nome na história da maior e mais esperada clássica monumental da temporada.

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Por Mauricio Motta

Troféu Baracchi, uma prova amada pelos fãs do ciclismo

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O Troféu Baracchi foi uma famosa prova de ciclismo italiana que durou 50 anos. Ela marcou época e ficou famosa por se tratar de uma competição contra relógio em dupla.

A competição permitia que ciclistas de equipes diferentes corressem juntos. Isso dava oportunidade para os fãs assistirem de perto rivais, que em outras provas “batiam o guidão” na chegada, ajudando um ao outro.

A última edição do Troféu Baracchi em duplas aconteceu em 1990 e foi vencida por Rolf Golz e Tom Cordes.

A prova ainda aconteceu por mais um ano, mas apenas no contra relógio individual. O vencedor foi o suíço Tony Rominger.

O carinho que os italianos tinham pelo Troféu Baracchi pode ser entendido por essa foto dos rivais Francesco Moser e Bernard Hinault, campeões em 1984.

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Por Mauricio Motta

UCI promove mudanças no calendário de 2019

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A UCI (Union Cycliste Internationale) promoveu algumas mudanças de calendário para o ano de 2019.

A primeira mudança está no Giro d’Itália, que será atrasado em uma semana. A diferença entre o Giro e o Tour de France, que era de seis semanas, passa a ser de apenas cinco. Essa decisão diminui o tempo de recuperação dos atletas que pretendem disputar as duas grandes voltas.

Outra decisão importante foi a unificação da Volta de Dubai e da Volta de Abu Dhabi, que agora formarão a Volta dos Emirados Árabes Unidos.

Além disso, a Tirreno Adriático será simultânea à Páris Nice. Já a Volta da Turquia alterou suas datas para não acontecer acontecer junto com a Volta da Lombardia, a última clássica monumental do ano.

Por Mauricio Motta.

Gostou das mudanças? Deixe seu comentário.

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‘Não é fácil usar uma camisa de campeão do mundo’

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Qual a sensação de ser campeão mundial? É uma responsabilidade? Como é ser o alvo de todos os olhares? O italiano Paolo Bettini, que vestiu duas vezes a camisa mais cobiçada do ciclismo, descreveu assim:

“Quando se está no pódio e veste a camisa de campeão do mundo, você se olha e diz – o sonho virou realidade.

Os momentos mais lindos e emocionantes são quando você entra pela primeira vez na corrida usando a camisa e quando você ataca.

Tudo o que você faz. Todos te olham, todos querem ver o que você faz. Todos os fãs, todo o público, toda a imprensa. Todos os olhos são para você.

Nesse momento você nota que o símbolo da camisa listrada é a mais cobiçada. E você está a levando por um ano inteiro.

Não é fácil usar uma camisa de campeão do mundo. É preciso mostrar há todo momento que é o melhor. Todos esperam que você ganhe”.

Além de bicampeão mundial, Paolo Bettini foi medalha de ouro de estrada em Atenas, vencedor da Milan SanRemo, Liegè-Bastogne-Liegè, Clássica San Sabastian, bicampeão italiano e muitas outras provas.

Por Mauricio Motta.

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Histórias do Tour the Flandres. Ano 1977.

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Queda, torcedor emprestando a bicicleta, fugas e não “Fair play”. Tudo em uma só prova.

Neste dia, 167 competidores alinharam mas somente 26 completaram os 260 km em uma média de 39km/h pedalando em quadros de ferro.

Os dois monstros belgas da foto, o campeão mundial Freddy Maertens e Roger DeVlaeminck, o rei dos pavês protagonizaram uma disputa nem um pouco amigável.

A prova:

Após a fuga solo do Canibal Eddy Merckx, Maertens e De Vlaemink o perseguiam, quando, de repente, Maertens vai ao chão quebrando sua bicicleta.

Um torcedor deu sua própria bicicleta para que o campeão continuasse a disputa.

Maertens, além de machucado, foi alertado pela organização da prova para abandonar a disputa, porém ignorando os avisos, continuou.

Os dois conseguiram alcançar Merckx e, faltando poucos quilômetros, Maertens e Vlaemink deixaram para trás um cansado e esgotado Canibal.

Depois de 259km, pedalando em grande parte com uma bicicleta emprestada, Maertens foi batido por um indiferente De Vlaemink.

Vlaemink foi o campeão de Flandres em 77 enquanto Maertens teve a segunda colocação caçada pela organização.

Para se ter uma ideia do feito de Freddy Maertens correndo com uma bicicleta emprestada de um anônimo torcedor.

Ele chegou na frente de grandes nomes como o gigante holandês Jan Rass, o senhor do tempo Francesco Moser, além, é claro, do maior de todos, Eddy Merckx.

Por Mauricio Motta

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