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Rogério Kaiser

Histórias do Tour the Flandres. Ano 1977.

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Queda, torcedor emprestando a bicicleta, fugas e não “Fair play”. Tudo em uma só prova.

Neste dia, 167 competidores alinharam mas somente 26 completaram os 260 km em uma média de 39km/h pedalando em quadros de ferro.

Os dois monstros belgas da foto, o campeão mundial Freddy Maertens e Roger DeVlaeminck, o rei dos pavês protagonizaram uma disputa nem um pouco amigável.

A prova:

Após a fuga solo do Canibal Eddy Merckx, Maertens e De Vlaemink o perseguiam, quando, de repente, Maertens vai ao chão quebrando sua bicicleta.

Um torcedor deu sua própria bicicleta para que o campeão continuasse a disputa.

Maertens, além de machucado, foi alertado pela organização da prova para abandonar a disputa, porém ignorando os avisos, continuou.

Os dois conseguiram alcançar Merckx e, faltando poucos quilômetros, Maertens e Vlaemink deixaram para trás um cansado e esgotado Canibal.

Depois de 259km, pedalando em grande parte com uma bicicleta emprestada, Maertens foi batido por um indiferente De Vlaemink.

Vlaemink foi o campeão de Flandres em 77 enquanto Maertens teve a segunda colocação caçada pela organização.

Para se ter uma ideia do feito de Freddy Maertens correndo com uma bicicleta emprestada de um anônimo torcedor.

Ele chegou na frente de grandes nomes como o gigante holandês Jan Rass, o senhor do tempo Francesco Moser, além, é claro, do maior de todos, Eddy Merckx.

Por Mauricio Motta

Desafiamos alguém postar outra linha de frente tão assustadora nas estradas quanto essa!

By | Aconteceu no Ciclismo | No Comments

Desafiamos alguém postar outra linha de frente tão assustadora nas estradas quanto essa!

A esquerda, atrás dos três belgas, o francês Bernard Hinault com 5 Tours, 3 Giros, 2 Vueltas, 11 clássicas, mundial, o segundo maior campeão da história.

Vestindo a camisa de campeão mundial, Freddy Maertens, bi campeão mundial, 1 Vuelta, 4 clássicas, 3 camisas verdes, um dos gigantes com mais de 200 vitórias.

Na frente, Eddy Merckx, o Canibal, campeão de tudo, o maior de todos, 5 Tours, 5 Giros, 1 Vuelta, 19 clássicas e 3 mundiais, mais de 500 vitórias.

A direita, Roger De Vlaemink, o maior ciclista da história dos pavês, tetra da Paris Roubaix, 11 clássicas, campeão mundial de Ciclocross em mais de 259 vitorias.

Existe alguma foto mais assustadora quanto está?

Postem!

Desafio está dado. Participem!!

Por Maurício Motta

Mil vinhos Valverde

By | Aconteceu no Ciclismo | No Comments

Alejandro Valverde terá um ótimo Natal com mil garrafas de vinho feitas pela patrocinadora da Movistar, a vinícola Coneleio Dinastia, em homenagem ao campeão mundial.
O dono da vinícola, amante do ciclismo, diz que todo ciclista bebe uma taça de vinho no jantar.

Todos os vinhos são derivados de agricultura ecológica.
Quando Alejandro Valverde soube que teria mil vinhos em sua homenagem, disse ” com mil vinhos para mim, não vou conseguir pedalar”.
Uma homenagem mais que merecida ao campeão mundial.

Por Mauricio Motta

Peter Sagan: Como os grandes campeões do passado!

By | Aconteceu no Ciclismo | No Comments

Uma ótima notícia dada pelo site Ciclismo Pró. O tricampeão mundial e atual campeão da Paris-Roubaix, Peter Sagan, divulgou que correrá toda a primavera, isso inclui as clássicas e clássicas monumentais.

Isso é um fato muito relevante no mundo do ciclismo, pois atualmente vivemos tempos em que os grandes ciclistas se preparam para correr somente provas específicas, diferentemente dos multi campeões do passado que batiam guidão com os rivais por toda a temporada. Fato que levou o maior corredor da história dos paralelos, o belga Roger De Vlaemink, a dizer que não respeitava os campeões Johan Museeuw e Ton Boonen por correrem apenas algumas provas escolhidas.

Nos dias de hoje, quem chegou mais perto dos grandes feitos das lendas do passado foi o belga Fhilippe Gilbert, que venceu a Ronde Van Vlaanderen e a Amstel Gold Race, feito que não acontecia desde 1979 conquistado por ninguém menos que o gigante holandês Jan Raas, vencedor da Amstel 5 vezes.

A Amstel Gold Race foi até chamada pelos fãs, na época, por Amstel Gold Raas em homenagem ao penta campeão Jan Raas.

Voltando aos nossos tempos de muito “mimimi”, temos de admirar a atitude de Peter Sagan e desejar-lhe boa sorte.
O Grampér espera que Peter Sagan consiga trazer o espírito dos grandes multi campeões do passado ao nosso mundo do ciclismo dos tempos atuais.

Fotos: Peter Sagan e o gigante holandês, Jan Raas seguido pelo grande campeão dos paralelos, Roger De Vlaemink.

Por Maurício Motta

Aconteceu no Cilismo

By | Aconteceu no Ciclismo | No Comments

Hamilton, Canadá, 12 de outubro de 2003. Nesta data, o espanhol Alejandro Valverde iniciava a sua busca pelo tão sonhada medalha de ouro do Campeonato Mundial de Ciclismo. Na ocasião, aos 23 anos, Valverde conquistava o segundo lugar da competição, ficando atrás do seu compatriota Igor Astarloa.

Quinze anos depois, Alejandro Valverde começava a disputa do Campeonato Mundial de Ciclismo em Innsbruck, na Áustria, com chances reais de título. Mas até chegar este momento, o nome do espanhol já estava marcado na história do esporte.

Um título da Vuelta a España, quatro Liège-Bastogne-Liège, cinco Lá Flèche Wallone, duas Clásica de San Sebastián, além de duas pratas e quatro bronzes do Mundial de Ciclismo.

Voltando a 2018, a decisão da medalha de ouro do Campeonato Mundial de Ciclismo, ficou para a reta final da prova. Após 259,4 km entre Kufstein e Inssbruck, Valverde disputava a primeira colocação contra o francês Romain Bardet, o canadense Michael Woods e o holandês Tom Dumoulin. Com um Sprint nos últimos metros, Alejandro Valverde assumiu a ponta, completando a prova em 6h 46min 41seg e conquistando, enfim, o seu primeiro ouro em um Campeonato Mundial. Aos 38 anos de idade, o espanhol se tornou o segundo ciclista mais velho da história a conseguir esse título.

Valverde é extremamente admirado no mundo do ciclismo. Seu estilo agressivo cativa torcedores e também seus adversários. Ele é um dos poucos na história a conseguir subir no pódio nas três provas que compõem o Grand Tour. O espanhol é o atleta com mais medalhas em Mundiais, são sete no total. A mais saborosa delas, a tão sonhada medalha de ouro conquistada em Innsbruck.

Por Mauricio Motta e Jonatas Pacheco.

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